Esquema de Pastor Everaldo e Edson Torres estaria ocorrendo desde 1998, apura MPF

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O Ministério Público Federal está investigando os supostos esquemas de corrupção em que o Pastor Everaldo, presidente nacional do PSC, e o homem apontado como seu braço-direito, Edson Torres, estariam envolvidos desde 1998 no Rio.

Recentemente, Torres e Everaldo foram presos temporariamente na Operação Tris in Idem, que apura corrupção na Saúde do estado (mesmo em meio à pandemia da Covid-19).

HISTÓRICO

Desde 1998, aponta o MPF, Pastor Everaldo, Edson Torres, Garotinho e Eduardo Cunha recebiam propina de 5% dos valores dos contratos com a Cedae. Também de acordo com o Ministério Público Federal, com o avanço da Operação Lava Jato no Rio, “velhos atores” se mobilizaram para voltar ao poder no estado. Witzel teria sido escolhido para dar “novo rosto ao grupo político.

Como aponta o G1, no documento, o MPF adicionou um registro feito na agenda de Witzel, que comprovaria o encontro dele com Edson Torres e com o Pastor Everaldo em 2017. Depois de eleito, segundo o MPF, Witzel se tornou o principal chefe da organização criminosa, com participação ativa, loteando os recursos públicos do estado, recebendo vantagem ilícita e lavando dinheiro.