RJ: Superlotação no Hospital Lourenço Jorge preocupa pacientes

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Na Zona Oeste do Rio, parentes de pacientes denunciam a superlotação no Hospital Municipal Lourenço Jorge (Barra da Tijuca), com corredores cheios de macas e pacientes sendo atendidos em cadeiras.

Segundo a reportagem do Bom Dia Rio (vídeo na íntegra), “é possível ver os corredores tomados por macas. Há pacientes com perna engessada sendo mantidos em cadeiras, já que não há mais macas disponíveis no local. Além disso, pacientes e acompanhantes acabam ficando aglomerados, aumentando o risco de contágio de outras doenças, incluindo a Covid-19.”

O diretor-feral do Hospital, Daniel Giani, admitiu a demora no atendimento e justificando como resultado do aumento da demanda. No entanto, como aponta o G1, a superlotação no Hospital Lourenço Jorge é recorrente:

Em março, antes de ser declarada a pandemia do novo coronavírus, o Bom Dia Rio chegou a exibir uma reportagem que mostrava a situação de uma idosa de 86 anos que estava com o fêmur quebrado e aguardava por uma cirurgia há mais de um mês. Ela chegou a ficar em uma maca no corredor por alguns dias até ser levada para um leito.

Já em maio, outra reportagem mostrou que a unidade de saúde, assim como outras da capital, tinha superlotação de cadáveres. Havia corpos enfileirados no térreo do hospital.

Sabia mais sobre as denúncias sobre a gestão da Saúde no Rio aqui e aqui.